A autonomia da operação é a autonomia do gerador
Trifásico no talhão para carregar bateria de drone, energia de emergência para oficina e pátio. Três modelos, do portátil a gasolina ao cabinado a diesel com transferência automática.
Ninguém compra gerador pelo gerador
Compra-se porque alguma coisa para sem ele. Em operação agrícola, são três coisas.
A bateria do drone
Carregador de bateria de Agras puxa carga trifásica e trabalha em ciclo curto. Sem gerador dimensionado, o drone voa o tempo de duas baterias e espera o resto do dia.
A oficina e o escritório
Queda de energia em pleno pico de safra para a bancada, o compressor e o sistema. O cabinado com ATS assume sozinho, sem alguém correr até o quadro.
O talhão longe de tudo
Apoio a irrigação, iluminação de manutenção noturna, ferramenta elétrica no meio do nada. Onde não chega rede, chega gerador.
Do portátil ao automático
Gasolina · 17 kVA máx · 380 V trifásico
Potência nominal de 15 kVA e máxima de 17 kVA. Motor V-Twin de 713 cc a 4 tempos, refrigerado a ar, partida elétrica. Tanque de 40 L, até 10 horas a 50% de carga.
Alternador síncrono com AVR e medidor digital de tensão, frequência e horas. Sobre rodas — é o modelo que vai junto com o drone para o campo.
Gasolina · 23,75 kVA máx · 220 V ou 380 V
Nominal de 22,5 kVA em 380 V trifásico, comutável para 220 V monofásico. Motor V-Twin de 999 cc, partida elétrica, tanque de 65 L com até 10 horas a 50% de carga.
Duas tomadas de 220 V e uma de 380 V, com AVR e carregador auxiliar 12 V. Ruído de 74 dB(A) a sete metros.
Diesel cabinado · 30 kVA máx · ATS integrado
Nominal de 25 kVA em 220 V trifásico. Motor diesel de quatro cilindros em linha, 2.540 cc, 41,6 cv a 1.800 rpm, refrigerado a água. Tanque de 70 L.
Painel ATS integrado com chave motorizada: na falta de rede, assume sozinho. Cabine com tratamento acústico, grau de proteção IP21, alternador brushless.
Dados das fichas técnicas do fabricante. Autonomia real varia com a carga aplicada. A bateria 12 V do modelo diesel não acompanha o equipamento.
Duas perguntas resolvem
1. O gerador se move ou fica?
Se acompanha a operação de drone entre fazendas, é gasolina sobre rodas. Se fica fixo em pátio, oficina ou sede, é diesel cabinado — consome menos por hora e faz menos barulho.
2. Alguém está lá para ligar?
Se a queda de energia acontece com gente no local, partida elétrica basta. Se acontece de madrugada ou em local sem operador, o ATS é o que evita a parada.